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Usinas Grupo B

Autoconsumo remoto e geração compartilhada: quais modelos avaliar em um investimento solar

por Equipe de Engenharia Eletroserv

Vista aérea de usina fotovoltaica com painéis solares instalados sobre estrutura em solo, cercada por vegetação verde

Quando a geração solar não está instalada no mesmo local em que toda a energia será consumida, diferentes modalidades de geração distribuída podem ser avaliadas.

Autoconsumo remoto e geração compartilhada não são simplesmente dois nomes para a mesma estrutura. Cada modelo possui características próprias e precisa respeitar a legislação e regulamentação vigentes.

Primeiro defina quem são os consumidores

Quantidade de unidades, titularidade, localização e perfil de consumo precisam estar claros.

Essa informação influencia diretamente qual estrutura pode ser adequada.

Autoconsumo remoto possui lógica própria

Esse modelo é utilizado dentro das condições definidas pela regulamentação para unidades relacionadas ao mesmo titular, observados os requisitos aplicáveis.

A análise precisa considerar as unidades que receberão os créditos e a área de concessão envolvida.

Geração compartilhada envolve estrutura coletiva

Nessa modalidade, diferentes consumidores participam de uma estrutura de geração conforme os modelos jurídicos e regulatórios permitidos.

Organização contratual e distribuição dos créditos precisam ser definidas adequadamente.

Não compre o terreno antes de validar o modelo

Uma área pode parecer excelente para uma usina e ainda assim não ser adequada à estrutura de consumidores pretendida.

Conexão, distribuidora e requisitos regulatórios precisam ser estudados antes da decisão.

Consumo das unidades define a necessidade de geração

Uma usina superdimensionada em relação à energia efetivamente aproveitável pode comprometer o retorno.

Histórico e expectativa de crescimento dos consumidores precisam ser considerados.

Regras de compensação influenciam a análise financeira

A Lei nº 14.300/2022 e a regulamentação aplicável estabelecem condições para o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

O estudo deve utilizar o enquadramento real do projeto e as regras vigentes na data da implantação.

Contrato precisa prever mudanças futuras

Entrada ou saída de unidades, alterações de consumo e responsabilidades de operação podem afetar o empreendimento.

Um investimento de longo prazo precisa prever governança adequada.

Operação da usina continua sendo necessária

Monitoramento, manutenção, segurança, limpeza quando aplicável e controle de vegetação podem influenciar o desempenho.

O investimento não termina na conexão.

Compare modelos antes de escolher a estrutura

A melhor alternativa depende das relações entre consumidores, disponibilidade de área, rede e objetivo econômico.

A Eletroserv atua com projetos e implantação de usinas solares.

Para avaliar a estrutura técnica de um investimento em geração distribuída, solicite um estudo da Eletroserv Engenharia.