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Usinas Grupo B

Usina solar para investimento no Grupo B: como funciona e o que analisar antes de investir

por Equipe de Engenharia Eletroserv

Vista aérea de usina fotovoltaica com painéis solares instalados sobre estrutura em solo, cercada por vegetação verde

A construção de uma usina solar com objetivo de atender unidades consumidoras de baixa tensão pode ser uma estratégia de geração distribuída, mas o investimento precisa começar pela definição do modelo e não pela escolha do terreno ou dos módulos.

A Lei nº 14.300/2022 instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída e do Sistema de Compensação de Energia Elétrica. O projeto precisa ser estruturado de acordo com as regras vigentes, o enquadramento das unidades e os procedimentos da distribuidora.

Grupo B é uma classificação da unidade consumidora

O termo Grupo B está associado ao atendimento em baixa tensão. Entretanto, apenas saber que as unidades beneficiárias pertencem ao Grupo B não é suficiente para definir toda a estrutura do projeto.

É necessário compreender titularidade, localização, distribuidora, consumo e modalidade pretendida.

Primeiro defina quem utilizará os créditos

Uma usina pode ser estruturada para atender diferentes necessidades dentro das modalidades admitidas pela regulamentação.

Antes do dimensionamento, deve estar claro quais unidades consumidoras participarão, como seus consumos se comportam e qual relação existe entre elas e a geração.

A área de concessão da distribuidora importa

As regras de compensação possuem condições relacionadas às unidades participantes e à distribuidora responsável.

Comprar um terreno sem verificar previamente a viabilidade do modelo pode comprometer a estratégia do investimento.

Conexão é uma etapa crítica

A disponibilidade física de terreno e irradiação solar não garantem que o ponto seja tecnicamente simples para conexão.

Rede próxima, condições elétricas, potência pretendida, obras necessárias e processo de acesso precisam entrar na análise antes da decisão final.

Geração estimada precisa considerar perdas reais

Projeto, orientação, sombreamento, temperatura, equipamentos, indisponibilidade e perdas elétricas influenciam a energia entregue ao longo do tempo.

Projeções financeiras devem utilizar estimativas tecnicamente consistentes.

O investimento vai além dos módulos

Terreno, terraplenagem quando necessária, estruturas, cabos, inversores, proteções, transformadores quando aplicáveis, conexão, segurança, monitoramento e manutenção podem compor o custo total.

O orçamento precisa representar a usina pronta para operar e não apenas o kit fotovoltaico.

Regras de compensação influenciam o retorno

O SCEE possui regras de faturamento e transição estabelecidas pela legislação e regulamentação. Projetos novos não devem utilizar automaticamente premissas econômicas de usinas conectadas em períodos anteriores.

A data e o enquadramento do projeto precisam ser considerados no estudo econômico.

Manutenção deve entrar no modelo financeiro

Uma usina de investimento precisa permanecer disponível. Monitoramento, inspeções, vegetação, limpeza quando necessária, segurança e reposição de componentes devem ser contemplados na estratégia.

Investimento solar exige diligência técnica e regulatória

Antes de imobilizar capital, é recomendável validar terreno, rede, projeto, modelo de compensação, consumo das unidades beneficiárias e estimativas financeiras.

A Eletroserv atua com projeto e implantação de usinas solares, incluindo análise técnica da infraestrutura necessária.

Se você avalia uma usina como investimento, solicite um estudo técnico da Eletroserv Engenharia.